O cenário em Tacloban é de devastação. Na rua principal da cidade, de cerca 280 mil habitantes antes da tragédia, dezenas de corpos se decompõem a céu aberto.
Três dias após a passagem do tufão Haiyan, ainda não foram enterrados.
Moradores tentam levar o que podem dos escombros de um supermercado
Até 10 mil pessoas podem ter morrido apenas em Tacloban, além de centenas em outros lugares.
Em meio aos escombros do aeroporto da cidade, foi montado um hospital improvisado.
Muitos dos pacientes são tratados sem anestesia.
As pessoas que esperam no local estão desesperadas para deixar a região, em qualquer avião que possam encontrar.
Centenas de pessoas esperam no aeroporto por qualquer ajuda que possa chegar.
OREMOS PELO POVO DAS FILIPINAS. NECESSITAM DE ÁGUA, ALIMENTOS, ROUPAS, ETC, MAS PRECISAM MUITO DE NOSSAS ORAÇÕES. QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DESSE POVO! BBC Brasil
O Seu Lunga é um personagem natural de Juazeiro do Norte (CE), local aonde reside até hoje e é dono de uma loja de peças sucateadas. Sendo muito conhecido pela sua "delicadeza", dizem que ele é um sério candidato a Homem Mais Ignorante do Mundo pelo Guiness Book, mas não tenho certeza se isto é verdade, ele já até foi entrevistado pela Rede Globo do Ceará. Algumas histórias são verídicas, e outras são apenas piadas que fazem alusão a sua ignorância, mas independente de serem verídicas ou não, divirtam-se!!!!
Seu Lunga é o cabra mais ignorante do mundo. Ele não tem muita paciência com nada. Aqui no Nordeste, sua fama se espalha devido a histórias como essas:
"Lunga estava tirando goteiras, defeitos das telhas de sua casa, um curioso passou e perguntou: Tá tirando as goteiras seu Lunga? Ele responde: Tô não, tô é fazendo - e ai saiu feito louco a quebrar as telhas."
Historinhas de Seu Lunga
"Uma certa vez dando uma surra em um dos seus filhos, quando ainda pequeno o menino gritava: Tá bom pai, tá bom pai, pelo amor de deus, tá bom!!!!! Lunga responde: Tá bom? Que legal! Pois quando tiver ruim diga que eu paro."
"No seu comércio de sucata, ele também vende outros produtos dependendo da ocasião. Uma vez tinha uma saca de arroz e um romeiro perguntou: Seu Lunga como tá o arroz?...
...Ele respondeu: Tá cru!!!!!!"
"Um outro parou pra comprar uns ovos que tinha exposto. Pegava cada ovo e balançava perto do ouvido, um a um, quando lá ia pelos 6, 7 ovos, Lunga disse: Pare, pare, pare, que chocalho tem é no mercado, pode sair."
"Numa madrugada dessas, a mulher de Lunga teve um mal-estar, e gemendo acordou o marido:
- Lunguinha, Lunguinha, ta me dando uma coisa aqui...
- Então receba
- Mas Lunga, é uma coisa ruim...
- Então devolva!"
"Seu Lunga entrando em uma loja:
- Tem veneno pra rato?
- Tem! Vai levar? - Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! - responde seu Lunga."
"O Seu Lunga consegue um emprego de motorista de ônibus. No primeiro dia de trabalho, já no final do dia, ele para o ônibus em um ponto. E uma mulher pergunta:
- Motorista, esse ônibus vai para a praia?
E o Seu Lunga responde:
- Se você conseguir um biquini que dê nele..."
"O Seu Lunga estava em casa e resolveu tomar um café:
- Mulher! Traz um café!
- É pra trazer na xícara?
- Não! Joga no chão e traz com o rodo!"
"Seu Lunga vinha chegando em sua casa com 1 litro de leite, quando uma pessoa perguntou:
-Seu Lunga, vai tomar um leitinho?
-Não, é pra lavar a calçada - Ele pegou, e jogou o leite na calçada."
"Seu Lunga tava cortando uns limões, quando passa sua mulher e pergunta:
-Esse limão é pra fazer suco?
-Não, é pra eu usar de colírio!"
"Seu Lunga estava chupando limão, quando cai um pouco no olho, quando passa alguém e pergunta:
-Ardeu, Seu Lunga?
-Não, mas vai arder é agora – Disse espremendo limão nos olhos."
"Seu Lunga estava na sua casa com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta:
-No copo Seu Lunga?
E seu Lunga responde - Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!"
Video uma reportagem com Seu Lunga no Programa Abre a Porteira, ele garante que tudo é invenção
Franklin é Bacharel em Teologia pela Escola Superior de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. É diretor e professor de teologia sistemática e história da igreja no Seminário Martin Bucer, em São José dos Campos, São Paulo, e consultor acadêmico de Edições Vida Nova. Autor de, entre outros, dos livros Teologia Cristã e Teologia Sistemática (este em coautoria com Alan Myatt), publicados por Edições Vida Nova.
Vindo do berço do reggae brasileiro – São Luís do Maranhão, Rubão marcou mais de 20 anos a história da música cristã com a Cia de Jesus que, em Goiás, gravou quatro álbuns. Hoje, em Brasília, Rubão tem dois CDs solo e é acompanhado por uma jovem e competente banda, mostrando suas belas composições, cheias de ritmos brasileiros.
A Banda Candeeiro é uma banda com uma proposta de resgatar alguns ritmos brasileiros como xaxado, baião, ijexá, frevo dentre outros e agregá-los a ritmos universais como o jazz e latinos. Tem uma mensagem que busca as verdades bíblicas em suas letras de forma descontraída e musical usando a poesia ou textos bíblicos.
Inspirada em nomes como João Alexandre, Sérgio Pimenta, Vencedores por Cristo, Guilherme Kerr, e também compositores que tanto contribuíram ou contribuem para a riqueza da musica brasileira como Caymmi, Tom Jobim, Djavan e Lenine.Vem como formação instrumental valorizando uma sonoridade “orgânica” com violões (Luciano Vilela), guitarra (Ric Arruda), baixo (Mateus Milano), bateria (Dudu Emerick), teclados (Amauri Junior), guitarras e violões (Izaque Moulaz) e vocais (Géssica Gouveia, Wagner Pimenta e Carol Emerick).
Usando versatilidade e sonoridades que valorizam nosso cancioneiro popular brasileiro. A Banda Candeeiro está gravando seu primeiro CD, e tem se apresentado no cenário gospel, igrejas, eventos cristãos e também em faculdades onde a sonoridade brasileira é um atrativo para se ouvir o evangelho.
Ele é Gladir Cabral, um emissário da boa arte. Sabe aquela canção “paz e comunhão”, pois então, é a imagem transcrita dele.
Fincado numa concepção de arte longe dos guetos religiosos, Gladir nos apresenta um vasto repertório recheado de leveza e graça. Um poeta nato, este artista cristão nos emociona com tanta percepção relacionada ao mundo (criação), queda e redenção; eu o chamaria de “observador da Graça”.
Certa vez adquiri um CD do “Luz para o Caminho”, e lá tinha uma canção do Gladir que dizia:
“O vento varre as velhas ruas da nossa linda capital, o vento leva o barco ao longe e arrasta as folhas no quintal, pois ele sabe que é outono e à tarde traz o seu sinal, desenha um universo novo nas nuvens brancas do varal”.
O refrão falava:
“Quem sabe de onde vem o vento? Quem sabe para onde vai? Assim é todo o que é nascido Do Eterno Espírito do Pai”.
Foi o suficiente para me fisgar. – “Que linda canção é esta?!” Exclamei. E logo iniciei a busca pelo repertório do Gladir.
Descobri então que ele é um dos grandes expoentes de nossa música, além de pastor presbiteriano. Mas, como um cara calmo, sereno e tranquilo, certamente a sua pressa não pairava na fama, e sim em ser relevante para o Reino e para a arte.
Um dos seus clássicos é a canção “casa nova”, titulo de seu primeiro DVD, cuja produção é simples, sofisticada e com uma fotografia que não deixa a desejar em nada quanto as outras produções do meio cristão e secular. Além desta e tantas como encontramos em suas criações outras parcerias belíssimas com a presença de gente como ‘Alma e Lua’, Jorge Camargo, Thiago Viana, João Alexandre e outros…
Recentemente Gladir lançou um trabalho não rotulado de evangélico com o Jorge Camargo, o título é “A poesia caminha“. O disco fala sobre várias cidades e imprime o olhar de como um cristão observa, ou observaria suas paisagens, ruas, vielas, cotidiano e monumentos. É de fato um trabalho belo e refinado. Um presente para a diversidade artística e uma ponte de diálogo neste quesito, contudo, realizada por cristãos artistas.
Pois é, ontem (dia 17 de agosto) tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, e todas as impressões foram confirmadas. Gladir é um ser humano incrível. O encontro se deu através de um evento organizado pelo pessoal da UMP da IV, em Campina Grande-PB, que comemorava 20 anos de organização como mocidade. Durante a tarde tivemos o privilégio de acompanhar um Workshop sobre composição ministrado por ele. Ali ele comentava sobre aspectos importantes sobre a música dentre tantos, a construção de imagens, o endereçamento da canção (Onde? Para quem? Como?), a importância do movimento, da reflexão e a sua clareza e integridade. Ao fim, o desafio de compor uma canção juntos foi o momento mais deslumbrante.
A noite, ele nos conduziu a adoração com várias canções dentre elas a canção “Rei do Universo” (logo abaixo em vídeo), em seguida nos falou sobre “Esperança”, trazendo-nos a memória a segunda vinda de Cristo e encerrou a noite cantando clássicos de seu repertório.
Então gente, só a título de simplicidade, e talvez na tentativa amena de “chocar” positivamente, no citado encontro não houve camarins, contratos, estrelismos, segurança contratado ou coisa assim. Tudo foi simples e lindo assim como Evangelho o é. Jesus Cristo resplandeceu ali pois toda honra e Glória foi para Ele! Encontros como este são valiosos e precisam ser ‘re-ensinados’ à igreja. Precisamos de menos astros e necessitamos de mais comunhão e reconhecimento de que no Reino, não há “grandes”, mas sim servos, amigos e irmãos.
Abaixo você encontra vários clássicos do seu repertório:
O sertão brasileiro (ou nordestino) é uma das quatro sub-regiões do nordeste do Brasil. É um semi deserto (semi árido) que, ao contrário dos demais existentes no mundo, não margeia um grande deserto, mas zonas úmidas. Isso explica suas peculiaridades biomáticas e sua atipicidade demográfica.
As chuvas concentram-se em apenas três ou quatro meses do ano, e a pluviosidade no Sertão atinge a média de 750 mm anuais, sendo que em algumas áreas chove menos de 500 mm ao ano.
Nas palavras de Euclides da Cunha, "o sertanejo é, antes de tudo, um forte". E viver nesta região exige que o povo desta terra resista e sobreviva em meio às dificuldades, e conviva com as promessas dos políticos, que tem na "vulnerabilidade" desta região um prato fino a saborear.